quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Engraçadinho!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Feriados?

Sinceramente, não consigo entender a "emoção" pelo final do ano. Se vc tem uma familia maravilhosa, qualquer encontro é bom, se sua familia é daquelas que só briga, isso não vai mudar no natal e ano novo. Natal é só aquele dia do ano que a pressão da mídia faz a gente se sentir na obrigação de comprar e comprar e comprar presentes para todos e ano novo é só o dia que as pessoas fingem que acreditam que as coisas vão realmente mudar, só pq a data do calendário mudou.
E não, não sou amarga, só acho que os propósitos das coisas se perderam com o tempo e NADA muda de um dia para o outro.
Já ouvi que o Ano novo e o Natal são para reunir pessoas que vc ama, mas, se vc ama essas pessoas, pq esperar essas datas e não reunir sempre? Ano novo é para renovar esperanças? Pois as minhas eu renovo todos os dias... Espírito de Natal? Quando eu amo alguém, dou presentes independente de datas e não espero nada em troca, para mim, hoje em dia, espírito de natal é: vou dar a coisa X, pq eu quero ganhar a coisa Y e, se não ganha, nossa quanta frustração!
É preciso uma feriado para se lembrar do amor de Deus? Que tristeza de vida então! Olho um campo florido, um passaro cantando, um sussurrar do vento nas árvores e ai me lembro do amor de Deus!
Ouço uma música e penso, essa pessoa foi inspirada pelo Divino, ao ver uma obra de arte, como muitas que minha amiga Cris Carnelos faz, acredito que ela seja inspirada pelo Divino.
Leio frases, livros, tenho certeza que o Espirito Sagrado está nessas pessoas na hora de escreverem isso.
Não preciso de um feriado e de lavagem cerebral do marketing para procurar o Espirito Sagrado da Esperança e do Divino, para mim, é só olhar em volta, não precisamos fazer tanta força nem tanto alarde.
Que ouça quem tiver ouvidos.
Que veja, quem tiver olhos.
Que pegue, quem tiver tato.
Que prove, quem tiver paladar.
Que inale, quem tiver olfato.
Que sinta, quem tiver intuição.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Será?

Estou relendo as brumas de avalon e não consigo parar de pensar no que realmente é vontade dos deuses ou no que nós mesmos interferimos, argumentando que é a vontade deles. Das grandes guerras mundiais, às nossas pequenas guerras internas do dia a dia.
Até quando nos permitiremos sentir culpa por fazermos aquilo que realmente desejamos fazer, mas que aos olhos de outros isso não seria certo? Como deixar a culpa, a raiva e o drama de lado?

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Quem sabe?

Estive pensando que talvez esse amor todo que eu acho que sinto, essa coisa platônica que me magoa, faz com que eu permita me sentir humilhada e rebaixada seja apenas uma maneira de me proteger da verdade, e a verdade é... Eu não amo nada, nem ninguém e estou vazia como uma arvore ressequida, que se mantém de pé só porque criou uma casca tão grossa ao seu redor que ninguém consegue ver que seu interior é oco e morto, que resiste por anos em pé até que uma ventania ou tempestade finalmente a derrube.